quinta-feira, 4 de agosto de 2016

#FAIL - Viação Bragança


Para aqueles que pretendem viajar com suas bikes e se aventurar pelo Brasil, gostaria de contar a vocês sobre como foi a minha primeira experiência para embarcar no terminal Tietê viajando pela viação Bragança. Acho que vocês podem imaginar que foi um loucura... ainda bem que nós ciclistas conhecemos os nossos direitos!




Para começo de conversa, comprei as passagens com bastante antecedência pela internet. Como passo no terminal Tietê todos os dias, uma semana antes da viagem, retirei as passagens como informado na compra. Neste momento, confirmei com o atendente do guichê se poderia levar minha bike e do meu marido como bagagem, e ele informou que sim. Elas só precisavam de estar bem acondicionadas e das  notas fiscais para não haver problemas.

Passagens nas mãos, bikes revisadas e empacotadas com plástico bolha, alforjes cheios, bora seguir até Estiva... opa, opa, esperem... As coisas não são tão fáceis assim!!! Vivemos em uma “terra de ninguém”. E assim começa nossa história.

Chegamos no terminal com mais de 1 hora de antecedência para o embarque. Mesmo com as prévias instruções do atendente e com as regras estabelecidas no site da empresa (http://www.viacaobraganca.com.br/informacoes_uteis_boa_viagem.php), o motorista disse que não levaria as bicicletas. Informou que a regra para carregar bicicletas não existia e que ele NÃO faria isto para mim.  Conversei com o responsável pelo motorista. Porém, ele disse que o motorista estava certo e que ele NÃO levaria NADA. Disse ainda que as regras no site da empresa não eram válidas para eles, e que os atendentes dos guichês não sabiam o que falavam aos passageiros. E o maior dos absurdos foi escutar que quem criava as regras era o motorista. “Se ele havia falado que não levaria, era por que ele não levaria.”

Insistimos, mostramos a regra do site sobre bagagens, falamos sobre o atendente do guichê, explicamos que a viagem era muito importante, falamos que todas as empresas levam as bikes desde que bem acomodadas e embaladas. Tínhamos plástico bolha, retiramos as rodas da frente, levamos elásticos para prender as bikes... Até chorei de raiva, mas a pessoa não se comoveu ou quis escutar nada do que estava dizendo. Somente fingia que eu não estava lá que o problema era meu e não dele.

Meu marido correu até o guichê de emissão das passagens, conversou com uma atendente que entrou em contato com chefe do motorista. Escutei que ele só reclamava e dizia insistentemente que não levaria. Enquanto isso, fui tirando foto do ônibus, placa, motorista e tudo o que podia. Vendo isso tudo, este homem no telefone veio me perguntar por que eu estava fazendo aquilo. Respondi que se minha bike não embarcasse que postaria em todas as redes sócias e internet. Voltou para o telefone, conversou com o motorista e continuou fingindo que eu não estava lá. Então, o motorista se aproximou de mim e disse: “ Eu não levo nem TV no meu ônibus, mas se o chefe lá em cima autorizou, a gente obedece! As regras mudam toda hora, a gente nunca sabe o que fazer, a gente não leva nada, muito menos bicicleta, mas se lá em cima estão dizendo que é para levar, eu levo. Não fica brava não moça, a gente só segue as regras”

Que irônico, depois de me dizerem que as regras eram feitas por eles, resolveram obedecer o que estava estabelecido no site da empresa.



Sei que parece bobeira, mas  quase perdemos a viagem por causa da MÁ VONTADE de um motorista da viação BRAGANÇA. Já tínhamos planejado o Caminho da fé há mais de dois meses. Compramos as passagens com 01 mês de antecedência. Por isso, digo que NÃO recomendo a empresa BRAGANÇA para ninguém, pois tivemos uma bela dor de cabeça. Coisa que não tivemos ao retornar com a Viação Cometa! Fomos super bem recebidos pelo motorista e até mesmo por outros ciclistas que estavam na rodoviária e nos ajudaram a fixar as bikes no compartimento de bagagens.

Aconselho a todos que sempre cheguem com bastante antecedência no terminal para verificar como embarcar sua bike, verifiquem no site da empresa - imprimam as regras para despacho de bagagens, e SEMPRE levem a nota fiscal. No caso da impossibilidade do embarque, sempre façam um boletim de ocorrência, tirem fotos e exijam seus direitos.

sábado, 25 de junho de 2016

Porque pedalar?? Porque Cicloviajar?? Porque não competir?? Que grande paixão e vício é este pela “Bicicleta”...

Pois é, constantemente sou questionando do porque gosto tanto de Bicicleta e de assuntos relacionados ao Ciclismo de uma forma geral, na maioria das vezes por colegas de trabalho e amigos.
                Bem sempre gostei de pedalar, fui criado em meio a primos e parentes que usavam a bicicleta como meio de diverso e transporte, dessa forma minha primeira bicicleta foi uma “Berlineta” aro 16’ que ganhei quando eu tinha meus 05 anos de idade, e acreditem me lembro dela como se fosse hoje....kkkkk....acho que a paixão começou ai...;)

Foto retirada da Internet.


                Minha vida sempre foi rodeada por bicicletas, já tive várias de modelos diversos e até diferentes, quem ai lembra da Caloi Fórmula? Pois é tive o prazer de ter uma também, com aquele “Maravilhoso” sistema de mudança de marchas em forma de alavanca o meio do quadro e a incrível engenhoca que mudava a “relação” dentro do eixo traseiro.....na época aquilo era o que havia de mais TOP pra gente...kkkkkk...Hoje sistema muito parecido com o NEXUS da Shimano.

Foto retirada da Internet


                Dessa forma o tempo foi passando e a Paixão sempre aumentando, andei muito com as pernas por dentro do quadro em bicicletas dos meus tios e primos, já que era pequeno pra elas, usei muito o “Freio Chinelão” (só que usou sabe), já tive motos barulhentas com os benditos copos de danone e etc. por idas e vindas depois já de algum tempo já namorando e após casando, acabei por ficar muito tempo sem pedalar, voltei a comprar uma ou outra bicicleta, mais nada como era antes, não sei precisar o tempo, mais foram bem mais que uns 10 anos parado sem pedalar.
                Mais em meados de Fevereiro de 2012, surgiu aquela “coceirinha” de comprar uma bike novamente e voltar a pedalar sério (rotineiramente), e ai já viu né...kkkk....voltou o vício, pois uma vez Ciclista, sempre ciclista....começei por uma bike mais simples, comecei a dar os famosos UPs na guerreira, no começo me assustei muito com a quantidade de novidades das relações e etc, e também com os preços....como é caro mecher com bikes.....kkkk
                Assim fui começando, treinando, ganhando novamente a resistência física perdida, emagrecendo uns quilinhos e assim me aprofundando no “Mundo” das bikes novamente, mais não ficou só nisso....pois é....dessa vez a idéia era outra, sim eu já lia muito sobre o tão famoso e pouco falado “Cicloturismo”, assim fui baixando rotas, estudando lugares, pousadas, gastos diversos pra uma viagem de bike....e isso me rendeu uma das maiores alegrias da minha vida,
Minha fiel companheira, esposa, mulher, amiga Andreia Correa, sabendo dos meus planos de viagens (a primeira para Paraty-RJ) em uma de nossas conversa me olha e diz: “Você vai mesmo pra Paraty de bike né..??” ...eu disse que sim, já estava decidido...”Eu vou com você”, na hora nem pensei muito e já respondi, tudo bem amanha começamos a treinar.
                Exatamente 4 meses depois eu e ela depois de um treino intenso e muito cansativo para ela (reclama até hoje...kkkk), pois ela não ia nem até a esquina de bike, iniciamos a nossa 1ª viagem de Bike saindo de Mogi das Cruzes-SP até Paraty-RJ, essa viagem foi muito especial para nós dois, pois a experiência de conhecer novos lugares, paisagens maravilhosas e o próprio desafio pessoal de cumprir vários Kms em um dia, dormir e continuar no outro dia foi muito bom e até hoje as vezes paramos pra relembrar as diversas situações vivídas sobre duas rodas.
                Já fizemos várias outras viagens, e sempre que acaba uma, já planejamos outra...sim o vício é inerente a nossa vontade, a sensação de liberdade é magnifica, o prazer conquistar aquela “Pirambeira” e de lá poder admirar uma bela paisagem nos inebria, traz sensações que causam euforia, nos emociona, traz a tona a verdadeira sensação do estar VIVO.
Ai respondendo as perguntas iniciais dessa postagem.......
                Sim eu treino o corpo para poder desfrutar de Cicloviagens cada dia mais desafiadoras, mais longas, e dessa forma mais desafiantes e emocionantes, não gosto de competições “explosivas” onde se paga as vezes muito caro por um “Pedal” de 30kms, prefiro usar a mesma grana pra financiar uma viajem por lugares que ainda não fui, ou até mesmo repetir um roteiro, por mais simples que seja, que fique claro, não sou contra competições e etc. eu apenas não curto, se for pra pagar por uma “Prova”, que seja uma de longa distância no estilo BRM/AUDAX onde o desafio é pessoal e não ganha que chega 1º.
Espero que tenham gostado do post, segue abaixo os links dos relatos da  primeira Cicloviagem com minha esposa conforme mencionei acima...;)

http://forcanopedalmogi.blogspot.com.br/2014/06/cicloviagem-mogi-das-cruzes-sp-x-paraty.html

http://forcanopedalmogi.blogspot.com.br/2014/06/cicloviagem-mogi-das-cruzes-sp-x-paraty_10.html

http://forcanopedalmogi.blogspot.com.br/2014/06/cicloturismo-mogi-x-paraty-rj-3-capitulo.html

“Acredito que quanto mais pessoas aderirem ao hábito saudável de pedalar e utilizar-se desse meio para ir trabalhar, viajar e etc. , mais pessoas felizes existiram no mundo...”

Grande Abraço e até a próxima


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Bicicleta e Alimentação


Não é de hoje que escuto sobre uma boa alimentação para um melhor rendimento nas nossas pedaladas diárias. Porém, mesmo com tantas dicas, e pessoas falando do assunto, às vezes nos esquecemos dos conselhos. Os motivos são vários, por vezes saímos correndo de casa, acordamos atrasados, não damos tanta importância à nossa alimentação: comemos qualquer coisa rápida, e por consequência, nossas pedaladas não rendem.

Nas últimas semanas, li várias postagens de blogs, revistas e dicas sobre alimentação para o ciclismo. Todas muito interessantes, e com todas as informações,  posso concluir que um ciclista bem alimentado vai mais longe! Acho que todos temos experiências próprias que comprovam a teoria.
Seguem algumas dicas de alimentação para o seu pedal
Antes
Alimentar-se bem antes do pedal, não significa comer muito e sim escolher bem o que se ingere. Algumas boas opções são: pães, frutas, bolo, cereais integrais, vitaminas com aveia, suco naturais, e etc.

Durante
Sempre há necessidade de repor nossas energias durante os treinos. Especialmente durante aqueles com duração maior que uma hora. Sugerimos frutas como a pêra, banana ou maçã, pães, gel energético, isotônicos, bisnaguinhas.
Uma dica valiosa, é não deixar para comer somente quando a fome apertar. Neste momento, seu corpo provavelmente já está cansado e fraco demais. Seu rendimento com certeza não será o mesmo.



Depois 
Para uma boa recuperação dos músculos do nosso corpo, é importante comer logo na primeira hora após o treino. Uma alimentação balanceada é mais do que essencial. Cada pessoa terá sua necessidade de acordo com seu treino. Porém, um bom prato de massa, uma porção de proteína, como o frango grelhado, e verduras e legumes variados não faz mal a nenhum ciclista.


Independente da atividade física que praticamos, reforço a importância de uma boa alimentação. Hábitos saudáveis nos tornam melhores e mais fortes, gerando resultados cada vez mais positivos. No entanto, vale lembrar que as dicas são dadas baseadas nas experiências pelas quais já passamos, e que uma boa orientação deverá sempre vir de um nutricionista!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A audaciosa idéia de participar de um randonneur

Depois de algumas semanas treinando junto à minha esposa, que confesso, a inscrevi de forma coercitiva, chegou o dia. Busquei todas as desculpas possíveis, mas as bikes estavam revisadas como para um Tour de France, câmaras e ferramentas suficientes para uma troca emergencial de formula 1 mas o principal ainda era uma dúvida - Como tudo isso iria transcorrer?

O sorriso da largada
 Foi dada a largada, os primeiros pelotões ganharam a estrada e ficamos obstinados em seguir o nosso ritmo, minha esposa seguiu seu caminho firme e forte, enquanto eu ali... pensando, olhando aquele amontado de informações, naquele momento inúteis do meu Garmin, e acreditando que tudo dependeria somente do meu preparo.

Mais um engano... o preparo físico é só mais um componente, componente igual a qualquer um outro da bike, que também se completa ao conjunto, mas o psicológico, este sim é o chefe da estrada, quem dita o ritmo, quem monta ou desmonta sua vida e toda a sua estima. Deveríamos ser treinados também em como viver e conduzir nossas máquinas nestes momentos de incertezas. 

Após 8 horas a vida já não era mais a mesma
Tudo passa por nossa cabeça, as vezes o coração bate mais forte, não pelo esforço, mas pelo trabalho duplo de suprir o corpo e a mente ao mesmo tempo. A cada pedalada, uma reflexão, a vida dentro de casa, o relacionamento corporativo, a família, os amigos, o "coach", os animais (de quatro e duas patas) e mais uma série de parceiros da vida. 

Em vários momentos de nossa existência precisamos percorrer distâncias que não nos sentimos preparados, que não acreditamos em nossa capacidade interna, mesmo possuindo todas as ferramentas necessárias, mas por algum motivo, o elástico imaginário nos prende ao ponto de partida e precisamos daquela  "tesoura dourada" para a libertação. Esta tesoura é a nossa família, nosso chefe, nosso treinador, nossos amigos, todos que, de uma maneira ou de outra, contribuem para nosso crescimento.

Cada pedalada, um km vencido, uma idéia arquivada, um plano para colocar em prática, um objetivo para cumprir, a primeira estrela no céu, a bateria do farol enfraquecendo, gotas de chuva misturada com o suor e .... FIM, o fim que foi o começo depois de compreender que a vida é uma música que sem ritmo não possui compasso, assim como o pedal, que sem cadência, não se integra com a justa da máquina e a mente perfeita. Mais um aprendizado, mais um sucesso e mais um ponto para diferenciar os escolheram o movimento a inércia.

Quem venham os próximos desafios, mais brutos, mais sedentos, mais doídos, porque mais garantido que a certeza de existir uma linha de chegada é a confiança de mais um degrau vencido.



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Randonneurs Mogi "Audax 200kms Cedro" com Força no Pedal

Boa Noite Galera

Nesse último dia 16 de Janeiro, participei pela segunda vez do AUDAX 200K denominado Cedro organizado pelo amigo Rafael Dias Menezes "A Lenda" ....

https://www.facebook.com/RandonneursMogiDasCruzes/?fref=ts

Esse Pedal teve um gostinho especial, pois foi o primeiro "longão" da minha esposa Andreia Correa e também dos amigos Vitor Hugo, Denise Galdino, Rafael Umezaki, Rafael Umezaki e Cezar Freitas.....Pra variar o clima ajudou muito...ajudou a sofrer, pois fez frio, calor, choveu, ventou...tudo que merecemos....kkkkk

Dessa vez por causa de algumas câimbras na coxa direita, não consegui ir bem...mais as #Brutinhas Andreia, Denise e Jackie não fizeram feio, infelizmente não deu pra chegar dentro do horário, mais todos cumpriram os 200kms propostos.....agora que venha o Audax Igaratá, pois ja estamos incritos e esse vamos Brevetar com certeza.....


Abração







terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Audax 200KM e as brutinhas do Força no Pedal

A palavra Audax surgiu de uma viagem feita por ciclistas italianos em 1897, uma viagem de 230 km entre Roma e Nápoles. Na época, devidos às grandes dificuldades e condições do clima, esta viagem foi considerada "audaciosa", dando origem ao desafio: AUDAX .


Em 1904, os franceses se espelharam no modelo italiano e criaram O  "Audax Club Parisien" (A.C.P.). O modelo logo se tornou um sucesso e fortaleceu os participantes cada vez mais. Assim, os desafios de 300, 400, 600 e 1000 km começaram a aparecer.
 O Audax Club Parisien é um dos maiores clubes de ciclismo na França  e os brevets do A.C.P., são realizados desde 1976 em diferentes países de todo o mundo e são chamados de Brevets des Randonneurs Mondiaux. 
 Os brevets do A.C.P não tem uma velocidade média estabelecida. O participante é quem faz o seu ritmo. Porém, os desafios estabelecem um período de tempo para sua finalização. Os desafios são longos e testam a resistência de cada participante. Não há uma classificação final, pois não é uma competição. Por isso, ao optar por participar, o ciclista deve estar preparado fisicamente e psicologicamente para alcançar o seu objetivo de auto suficiência.
                             

Atualmente, mesmo com o grande aumento de ciclistas mulheres, a presença feminina nos desafios Audax, infelizmente, ainda é bem limitada. 
Mas nós, "brutinhas" do Força no Pedal, não deixamos este fato nos assustar! Fizemos nossas inscrições e começamos este ano com um dos nossos maiores desafios: BRM 200Km Bairro do Cedro. Vamos com grande coragem e entusiasmo participar deste ENORME desafio.
Para mim, é uma grande satisfação poder participar, e tenho certeza de que as "brutinhas" Andreia e Denise também compartilham do mesmo sentimento. Cada uma tem sua história com a bike e esta experiência nos aproxima ainda mais deste mundo tão fantástico. Um mundo onde a bike nos proporciona uma oportunidade de evoluir, de conseguir chegar a lugares que nunca havíamos imaginado, de superar nossos próprios limites, e  claro, de diversão, pois amamos pedalar!!
 " Brutinhas" - apelido carinhoso que ganhamos do nosso grupo.  
Andreia Correa 

Denise Galdino

Jackie Umezaki

Vamos conseguir terminar todo o desafio? Quem sabe!! Espero que sim. No entanto, o que mais importa é que decidimos tentar, treinamos bastante e subimos morros sem reclamar!! Agora é hora de acreditar em nosso potencial e percorrer cada quilometro com sorriso no rosto, muita motivação e "força no pedal".
Se você quiser saber mais sobre o Audax Club Parisien, acesse o site oficial: http://www.audax-club-parisien.com/EN/

Shimano Fest 2024

 Bom Dia galerinha 😀 Dessa vez vou falar um pouquinho da "SHIMANO FEST 2024", evento que ocorreu entre os dias 15 e 18 de Agosto,...